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    Blog de Marcelino Amorim


    Pentecostes

    PENTECOSTES

    Pentecostes, do grego, pentekosté, é o quinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão. 

    A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16). 

    No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.

    Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.

    Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão. 

    Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.

    O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

    A Graça e a Paz de Jesus!

    Marcelino Amorim




    Escrito por Marcelino Amorim às 18h38
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    O Sábado Santo

    O Sábado Santo

    Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73). 

    A comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar, para contemplar. O altar está despojado, o sacrário está aberto e vazio. 

    É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro. Descansa: "tudo está consumado". Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüente, pois "resplandece o mistério da Cruz". 

    É um dia de meditação e silêncio. Não é um dia vazio, em que "não acontece nada". Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal. Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo, nos detemos no sepulcro. São três aspectos - não tanto momentos cronológicos - de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado. A vitória germina de dentro mesmo da derrota, uma vez que antes da ressurreição nos é dado contemplar a morte da própria morte... 

    É importante que compreendamos essa morte sob a ótica do mistério da salvação. O Pai desejava a salvação do homem, mas não queria que a destruição da morte fosse um ato de seu poder. Como nos disse o próprio Filho: "Tu não sabes que eu posso rogar ao Pai que me envie na hora mais de doze legiões de anjos?" 

    O Pai queria um ato de amor, uma livre consagração do ser humano a ele. Qualquer outro modo de salvação teria sido contrário à natureza do homem e não seria, pois, uma salvação real. Daí, a necessidade da Encarnação e a necessidade dessa morte divina... No Cristo, o homem restaura a obediência e o amor; pelo Cristo, o homem pode vencer o pecado e o mal. Era essencial que a morte fosse não só destruída por Deus, mas vencida e soterrada na natureza humana mesma, pelo homem e no homem. "É por um homem que a morte veio; é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos" (l Cor. 15:21).

    Cristo aceita livremente a morte, e de sua vida ele diz em João 10, 18: "Ninguém me tira de mim, mas eu mesmo a dou". Mas isto não exigiu muita luta, conforme lemos em Mateus 26, 27: "Ele começou a ficar triste e abatido". Assim se cumpre a medida plena de sua obediência, assim se acha destruída a raiz moral da morte, como ranço do pecado. 

    Nós estamos agora no grande Sábado, diante do túmulo do Cristo. É preciso vivermos este longo dia antes de escutarmos à meia-noite: "Cristo ressuscitou!" e antes de entrar na celebração da sua Ressurreição.

    A Graça e a Paz de Jesus!

    Marcelino Amorim




    Escrito por Marcelino Amorim às 12h07
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    O Véu Rasgado

     

    O Véu Rasgado

    Durante a vida de Jesus, o Santo Templo em Jerusalém era o centro da vida religiosa dos judeus. Era aqui onde os sacrifícios de animais eram executados e onde adoração de acordo com a Lei de Moisés era seguida fielmente. Hebreus 9:1-9 nos diz que no Templo um véu separava o Santo dos Santos – a habitação terrena da presença de Deus- do resto do Templo onde os homens habitavam. Isso significava que o homem era separado de Deus pelo pecado (Isaías 59:1-2). Apenas o Sumo Sacerdote tinha a permissão de passar pelo véu uma vez por ano (Êxodo 30:10; Hebreus 9:7), de entrar na presença de Deus representando Israel e de fazer expiação pelos seus pecados (Levítico 16). 

    O Templo de Salomão tinha 30 côvados de altura (1 Reis 6:2), mas Herodes tinha aumentado sua altura para 40 côvados de acordo com as escritas de Josefo, um historiador do primeiro século. Não temos certeza a que um côvado se compara em metros e centímetros, mas podemos supor que esse véu tinha mais ou menos 18 metros de altura. Josefo também nos diz que o véu tinha 12 cm de grossura, e que cavalos puxando o véu dos dois lados não podiam parti-lo. A narrativa no livro de Êxodo nos ensina que esse grosso véu era feito de material azul, roxo e escarlate e de tecido de qualidade.

    O tamanho e grossura do véu deram muito mais importância aos eventos que aconteceram no exato momento da morte de Cristo na cruz. “E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo” (Mateus 27:50-51a).

    O que podemos aprender disso tudo? Qual a significância do véu partido para nós nos dias de hoje? Acima de tudo, o rasgar do véu no momento da morte de Jesus dramaticamente simboliza que Seu sacrifício e o derramamento do seu próprio sangue serviram como uma expiação suficiente pelos pecados para sempre. Significa que o caminho para o Santo dos Santos estava aberto para todas as pessoas, em todos os tempos, tanto judeus quanto gentios.

    Quando Jesus morreu, o véu rasgou e Deus saiu daquele lugar para nunca mais habitar em um Templo feito por mãos humanas (Atos 17:24). Deus deu um fim ao Templo e seu sistema religioso e de adoração. O Templo e Jerusalém ficaram “desolados” (destruído pelos Romanos) em 70 D.C, assim com Jesus tinha profetizado em Lucas 13:35. Enquanto o Templo continuasse a existir, isso significava a continuação da Velha Aliança. Hebreus 9:8-9 se refere à Aliança que estava passando e à Nova Aliança que estava sendo estabelecida (Hebreus 8:13).

    De uma certa forma, o véu era um símbolo de Cristo como sendo o único caminho ao Pai (João 14:6). Isso é simbolizado pelo fato de que o Sumo Sacerdote tinha que entrar no Santo dos Santos através do véu. Agora Cristo é o nosso superior Sumo Sacerdote, e quando acreditamos no Seu trabalho completo passamos a compartilhar do Seu sacerdócio. Podemos então entrar no Santo dos Santos através dEle. Hebreus 10:19-20 diz que os fiéis entram no santuário através do “sangue de Jesus, pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne”. Vemos aqui a imagem da carne de Jesus sendo rasgada a nosso favor no momento em que Ele partia o véu por nós.

    O véu sendo rasgado de cima para baixo é um fato histórico. O significado profundo desse evento é explicado em grande detalhe em Hebreus. Essas coisas eram uma sombra das coisas por vir, e todas apontam para Jesus. Ele era o véu do Santo dos Santos e, através de Sua morte, os crentes têm acesso direto a Deus.

    O véu do Tabernáculo era um lembrete constante de que o pecado nos torna ineptos para entrar na presença de Deus. O fato de que a oferenda de pecado era oferecida anualmente e inúmeros outros sacrifícios eram repetidos diariamente serviam para nos mostrar graficamente que sacrifícios de animais não podiam permanentemente expiar o pecado. Jesus Cristo, através de sua morte, removeu as barreiras entre Deus e o homem. Por isso podemos agora nos aproximar dEle com confiança e audácia (Hebreus 4:14-16).

    A Graça e a Paz de Jesus!

    Marcelino Amorim


     



    Escrito por Marcelino Amorim às 09h32
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    A Sexta-Feira Santa

    A Sexta-Feira Santa

     

    A Bíblia não instrui os Cristãos a honrar um determinado dia em memória da morte de Cristo. No entanto, a Bíblia nos dá liberdade a fazer decisões sobre esses assuntos. Romanos 14:5 nos diz: "Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente." Ao invés de lembrar-nos da morte de Cristo em um determinado dia, uma vez por ano, a Bíblia nos ensina a celebrar a morte de Cristo através da Ceia do Senhor. I Coríntios 11:24-26 declara: "... fazei isto em memória de mim ... Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha."

    Por que a Sexta-Feira Santa é conhecida como "da Paixão"? O que as autoridades judaicas e romanas fizeram com Jesus definitivamente não foi algo bom (veja Mateus capítulos 26-27). No entanto, os resultados da morte de Cristo são muito bons e demonstram a grande Paixão de Deus por nós! Romanos 5:8 diz: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." I Pedro 3:18 nos diz: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito."

    Algumas igrejas Cristãs celebram a Sexta-Feira Santa com alguns eventos especiais, enquanto outras fazem seus cultos mais simples do que o normal através de hinos solenes, orações de agradecimento, mensagens que têm como tema o sofrimento de Cristo por nossa causa e através da observância da Ceia do Senhor. Quer ou não os cristãos escolham "celebrar" a Sexta-Feira Santa, os acontecimentos daquele dia devem estar sempre em nossas mentes porque a morte de Cristo na cruz é o acontecimento fundamental da fé Cristã.

    A Graça e Paz de Jesus!

    Marcelino Amorim


     



    Escrito por Marcelino Amorim às 09h46
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    O AntiCristo

     


    O AntiCristo

     

    Deus diz que o ser humano (ou humanidade) está vivendo no tempo final, na última era, na última dispensação, no último período da história da Terra. Quem ou que é o Anticristo?

     1 João 2:18 “Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora.”

     A palavra original em grego para “anticristo” pode ter dois significados. Pode significar “contra Cristo”, no sentido de uma pessoa ou um certo poder estar em oposição ao trabalho de Cristo. Ou a palavra poder significar “em vez de Cristo”, no sentido de uma pessoa ou um certo poder ‘tomar o lugar de Cristo’ , ou é uma ‘imitação de Cristo’.

     Deus diz que além da vinda de um Anticristo especial, havia muitos outros anticristos em existência durante a era da Igreja primitiva.

     Os anticristos não são ateus. Não são pagãos que estão lutando contra Jesus. São indivíduos que estão pregando um evangelho, mas que não é o verdadeiro. É um ‘evangelho diferente’.

     2 Coríntios 11:4, 13-15 “Porque, se alguém vem e vos prega outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, de boa mente o suportais! Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”

     Jesus preveniu a Igreja sobre o trabalho enganador destes falsos profetas.

     Mateus 7:15, 21-23 “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.”

     Mais além Jesus advertiu que durante o período anterior à Sua Segunda Vinda, a última era da Igreja, os anticristos tentariam de fato fazer o papel de Cristo, pretendendo ser o Messias regressado.

     Mateus 24:4-5, 24-26 “Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão. Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”

     Antes do dia da Segunda Vinda de Jesus, haverá uma manifestação do grandioso e final Anticristo, o anticristo que ainda “está para vir”.

     2 Tessalonicenses 2:3-4 “Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.”

     Que acontecerá a este Anticristo, e como o reconheceremos?

     2 Tessalonicenses 2:8-10 “E então será revelado esse iníquo, a quem o Senhor Jesus matará como o sopro de sua boca e destruirá com a manifestação da sua vinda; a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos.”


    A Graça e a Paz de Jesus!


    Marcelino Amorim

     

     



    Escrito por Marcelino Amorim às 23h54
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    Jesus Voltará!

     

    Jesus Voltará!

    "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. (João 14:1-3)

    Neste texto, como em tantos outros, Jesus promete voltar.

    Quando será esta volta? Não sabemos.

    Assim disse Jesus:

    "Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim. Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores. Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho. Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações." (Marcos 13:6-10)

    Sempre houve maldade no mundo e isso vem aumentando, a diferença é que, com a grande difusão dos meios de comunicações, podemos ver e ouvir diariamente acontecimentos que se identificam com os sinais descritos acima.

    Os dias passam e não nos atentamos para isso.

    Passamos o tempo todo distraídos, em busca da satisfação de nossas vontades. Encaramos esta vida como oportunidade única e pensamos em tirar o máximo de proveito dela, e para isso passamos nossos dias em busca de dinheiro e prazeres.

    Será que vivendo desta maneira, estaríamos preparados, caso esta volta fosse hoje?

    Será que realmente cremos em Deus, em Jesus?

    Será que podemos nos dizer "Cristãos" levando a vida que levamos?

    Enquanto Jesus esteve aqui, ele dizia:

    "Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus" (Mateus 5:3)

    "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; (Mateus – 5:3-12)

    "Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. (Mateus – 6:31-34)

    Esta vida é passageira, e quem for escolhido, habitará em um lugar onde não haverá morte, dor, fome, onde Jesus reinará.

    Sem fé, parece utopia, mas depois que Deus preenche nossa vida vazia, tudo fica claro e tudo faz sentido.

    Devemos vigiar e orar, buscar conhecimento nas escrituras sagradas para levarmos uma vida segundo a vontade de Deus, para estarmos preparados para esta volta.

    Não é tão fácil, hoje temos muitos "atrativos" que nos "encantam" e tendem a nos desviar.

    Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. (Mateus – 7:13-14).

    Devemos acreditar, ter fé e não desanimar.

    Peçamos à Deus que nos livre deste caminho espaçoso, e que permita que o Senhor Jesus guie nossos passos.

    Graça e Paz!

    Marcelino Amorim




    Escrito por Marcelino Amorim às 13h30
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    O Senhor não Falha...

     

    O Senhor Não Falha... Nem Tarda

     

    2 Pedro 3:9 -  O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.

    Explicando sobre o “dia do juízo”, Pedro escreve: “O Senhor não tarda em cumprir a Sua promessa, como alguns julgam. Ao contrário, Ele é paciente com vocês...” (II Pedro 3:9).

    Muitos de nós somos cristãos impacientes e ansiosos. Queremos as coisas para ontem. Até, de vez em quando, como que criticamos ao Senhor, “por demorar tanto tempo para atender nossas orações” ou cumprir Suas promessas. O esquisito, porém, é que a sabedoria popular resolveu entrar na briga e ensina: “O Senhor tarda, mas não falha...”

    Pedro procurou resolver o assunto focalizando dois pontos. No primeiro ponto, ele argumenta que nós, limitados no tempo, não temos autoridade para puxar a orelha da eternidade. Seria como uma, formiguinha, passando sermão num elefante. No segundo ponto, ele aponta para a realidade da fé e da nossa experiência com o Senhor. Ele escreve categoricamente: “o Senhor não tarda em cumprir Sua promessa”. Isto, temos que aceitar pela fé. Por outro lado, todo o contexto das suas cartas está cheio das experiências dos cristãos que creram: eles nunca foram envergonhados. Para o cristão com quilometragem, é claro: o Senhor não falha... nem tarda.

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim




    Escrito por Marcelino Amorim às 10h45
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    Jesus venceu a morte!

     

    Jesus Venceu a Morte!

     

    A morte é o maior mistério da vida humana. É o maior dos temores humanos. É o maior enfrentamento que o homem terá em sua existência. Parece que ninguém nunca está preparado para viver a experiência da morte, seja a sua própria ou a dos que lhe são caros.

    Entretanto, a Bíblia nos assegura que Jesus venceu a morte. Paulo refere-se à morte como o último inimigo, “Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte” (1 Coríntios 15:26). Ainda, o apóstolo Paulo ironiza a morte, personificando-a em um diálogo, “onde está, ó morte, a tua vitória?” (1 Coríntios 15:55).

    Para muitos, a morte é um mistério, um enigma, um terror. Mas para nós que cremos em Cristo, a morte é uma experiência possível de ser vivida e vencida. Em Cristo, o poder da morte morreu. Estamos falando de morte espiritual.

    O homem não foi feito para a morte, mas para a vida. Eis aí o motivo da não conformidade do homem com essa experiência. A natureza humana é para a vida. Foi assim que Deus nos fez.

    Mas com o pecado, todos nós nos tornamos herdeiros da morte. Decaímos da natureza original e morremos espiritualmente. É por isso que Paulo diz que o primeiro homem, Adão, é herdeiro da morte, pois escolheu pecar, destinando-se à perdição. Os nascidos de Adão morrem espiritualmente (1 Coríntios 15:45-47).

    Mas nesse mesmo texto Paulo fala de Cristo, homem. Esse é vida e vivifica. Os nascidos em Cristo, o segundo homem, nascem para a vida, ressurgem da morte para uma nova experiência de vida.

    Mas somente em Cristo, somente Ele e nEle. Cristo venceu a morte. Somente os nascidos nEle também vencerão a morte e, como Ele, ressurgirão para a vida.

    Se você já nasceu de novo, em Cristo, não tema a morte, pois Jesus já venceu a morte e nos fez, com Ele, herdeiros da vida.

    A única possibilidade de o homem vencer a morte é mudando a sua matriz de vida. É uma escolha individual, desejar permanecer na natureza caída de Adão, o primeiro homem, ou nascer de novo em Cristo, escolhendo-O como sua nova matriz de vida.

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim




    Escrito por Marcelino Amorim às 10h40
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    Antes que eu te Formasse

      

    Antes que eu te formasse

     

    Jeremias 1:4-5

    Esse é um dos textos mais lindos da Bíblia porque fala do propósito de Deus para com todo aquele que vem à existência, não somente o profeta Jeremias, mas para mim e para você. Durante o tempo em que a criança está no ventre materno ela cresce dia a dia, durante nove meses, recebendo em seu corpo informações genéticas (DNA) que vão definir: a cor da pele e dos olhos, o tipo de cabelo, a altura, etc. Ela também recebe informações emocionais e espirituais. Tudo isso acontece enquanto a criança é formada no ventre. São tantas informações que são necessários nove meses para uma criança nascer. Mas o que Deus estava dizendo para Jeremias é que antes disso tudo acontecer ele já o conhecia, já o amava, já tinha planos para a sua vida. Deus sabia como seria a inclinação do seu coração, seu comportamento, mesmo antes de nascer, ou seja, antes de mostrar alguma coisa, de fazer alguma bondade ou maldade, Deus já o conhecia. Então, com base nessa palavra, podemos dizer que, para todo aquele que vem à existência, há um projeto de Deus para a sua vida. Ninguém vem ao mundo por acaso. Mesmo que você não tenha sido planejado por seus pais você foi planejado por Deus. Por isso, quero compartilhar os planos de Deus para cada um de nós.

    Te conheci

    O Senhor disse: “antes que eu te formasse no ventre materno eu te conheci”. Formar, segundo o dicionário, é criar, dar forma; dar certa configuração, fabricar, fazer, conceber. Conhecer significa ter a idéia, a noção mais ou menos precisa de alguma coisa; conhecer o nome, o endereço de alguém; manter relacionamento com alguém. Nesse teto é como se o Senhor dissesse a Jeremias que o conhecia como ninguém mais o conhecia. “Eu te conheço como a palma da minha mão”. Tem um ditado popular que diz que, para conhecermos bem uma pessoa, temos que comer um quilo de sal com ela. Ninguém come um quilo de sal de uma vez. Então, para realmente conhecermos alguém, se leva tempo. Assim também acontece com os casais. No Salmo 139, 15 e 16, o salmista diz: “os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda”. Deus sabia perfeitamente quem era Jeremias. Conhecia seus temores, conhecia profundamente o interior da sua alma. Ele sabia por que o estava escolhendo, pois ninguém nasce sem propósito. Todos nós somos chamados por Deus para realizarmos Seus planos. Deus te conhece, sabe teu nome, onde mora, trabalha, estuda, o que come, com quem conversa, etc. Conhece o que ninguém mais conhece. Conhece tudo. O Senhor nos conhece porque ele está ao nosso lado, dia e noite, todos os dias, faça chuva ou faça sol, esteja bem ou esteja mal, ele está ao nosso lado. E mesmo que queiramos fugir dele não podemos. (Ver Salmo 139:1-10). 

    Te consagrei

    O Senhor também disse: “antes que saísses da madre, te consagrei”. Ou então: “antes que saísses da madre te santifiquei”. Consagrar, significa: dedicar a Deus, autorizar, dedicar-se. Quando Deus nos chama ele nos santifica. Esse é o processo que Deus usa: chama, consagra e santifica. Por que é preciso a consagração? Deus exige exclusividade. Temos que ser dele, separado para Ele, e amá-lo com todo o nosso ser. Em Deuteronômio diz: “ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (6:4-5). Deus é santo, ou seja, essencialmente puro e soberanamente perfeito. Nós nascemos em pecado porque pelo pecado de um todos fomos atingidos. Portanto, precisamos de uma consagração. Talvez você não tenha sido consagrado ao Senhor por sua mãe, quando estava no ventre, e talvez nem depois que nasceu, mas o Senhor diz: “eu te consagrei”. Conhecemos histórias de tribos indígenas e de seitas que praticam a bruxaria e consagram crianças aos demônios. Isso é terrível. Por isso temos que consagrar nossos filhos ao Senhor desde o momento em que sabemos que ele já existe no ventre. Nossos filhos são de Deus e ele precisam da Sua doce presença, amém? Graças a Deus que Jeremias não foi abortado, senão não teríamos essa palavra e tantas outras. Desde o momento da concepção o feto já tem espírito e alma, já tem vida. Graças a Deus que eu e você não fomos abortados, senão nossos filhos não existiriam e os planos de Deus teriam sido interrompidos.

    Te constituí profeta às nações

    Profeta quer dizer “boca de Deus”, porta-voz de Deus. Jeremias se tornou profeta às nações, conforme comprovam suas profecias, dirigidas a outras nações, tais como aos egípcios, aos filisteus, aos moabitas, amonitas e caldeus. Jeremias pregou contra a idolatria e a apostasia de Judá, que foi desencadeada pela depravação moral de seus lideres. Mas seus esforços em favor da nação foram quase totalmente inúteis. Suas exortações ao arrependimento sempre caíam em ouvidos surdos. Suas mensagens convidavam o povo a abandonar o ritualismo externo e superficial da religião para voltarem-se ao real relacionamento com Deus. Ensinava que a corrupção tem sua origem num coração ímpio (17:9), e que sem um novo coração, novas intenções e um novo espírito, o homem é incapaz de fazer o bem (13: 23). Tal mudança só poderia ser efetuada por um ato soberano e criador de Deus (24: 7; 31: 31-34). Assim como outros profetas, Jeremias advertiu contra as alianças perigosas com outras nações (2:36). Realmente Deus nos chamou para sermos profetas às nações, para levarmos sua palavra, seu amor e o seu plano de salvação para aqueles que ainda não o conhecem (Mateus 28:19- 20). Mas Jesus sugeriu começar por Jerusalém; depois a Judéia e Samaria e até os confins da terra. Então, o teu ministério com as nações começa aqui, nesta cidade, e pode chegar aos confins da terra. Não permita pensamentos negativos a teu respeito e ao teu chamado. Deus não se equivocou com você!

    Conclusão

    Antes de Jeremias nascer Deus já havia determinado que ele seria profeta. Assim como Deus tinha um plano para a vida de Jeremias, Ele também tem um plano para cada pessoa. Seu alvo é que vivamos segundo a sua vontade e deixemos que Ele cumpra seu plano em nossas vidas.

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim

     



    Escrito por Marcelino Amorim às 18h51
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    O Sol da Justiça

     

     

    Jesus, o Sol da Justiça


    "Mas, para vós que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e salvação trará debaixo das suas asas." (Malaquias 4:2).

    Esta foi à última profecia do Velho Testamento a respeito da vinda do Messias ao mundo. Quando Jesus veio, Mateus testificou, dizendo: "O povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz; e aos que jaziam na região da sombra da morte, a luz raiou." (Mateus 4:16). Jesus é o sol da justiça.

    Pensemos um pouco sobre o sol que conhecemos. Essa estrela magnífica nos ilumina todos os dias. Um único sol é capaz de iluminar todo o planeta terra, ao mesmo tempo em que ilumina outros planetas do nosso sistema. Se a terra fosse plana, ficaria toda iluminada ao mesmo tempo, mas como é redonda, tem sempre uma parte "de costas" para o sol, ficando então na escuridão. Da mesma forma, se muitos estão em trevas espirituais é porque deram as costas para Deus. Se muitos estão perdidos na maldade, na condenação, não é por culpa de Deus, nem por incapacidade divina. Está escrito: "A mão do Senhor não está encolhida para que não possa salvar, nem o seu ouvido agravado para que não possa ouvir, mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados escondem o seu rosto de vós para que não vos ouça." (Isaías 59:1-2).

    Outra questão interessante sobre o sol é que, quando chega a noite, acendemos milhares ou talvez milhões de lâmpadas em toda parte, mas todas elas juntas não chegam a produzir uma mínima porcentagem do calor ou da luz que o sol produz. Isso nos mostra a insignificância dos recursos do homem diante da grandeza das obras de Deus. Do mesmo modo, aquele que vira as costas para Jesus procura muitas lâmpadas para se iluminar e para se aquecer. São tantos falsos deuses, tantos guias, tantos amuletos, tantos talismãs, tantos objetos mágicos, mas tudo isso junto não produz nada que possa substituir a presença de Cristo na vida do homem.

    Deixe de buscar luzes artificiais. Vire-se para a verdadeira luz, o sol da justiça, Jesus Cristo, o único Salvador. Ele mesmo disse: "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará em trevas. Pelo contrário, terá a luz da vida." (João 8:12). Iluminados por Cristo não erraremos o caminho até as nossas moradas eternas nas regiões celestiais.

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim

     



    Escrito por Marcelino Amorim às 22h26
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    A Minha Motivação

     

    A MINHA MOTIVAÇÃO

    É O SENHOR


    Recentemente revi o filme Enfrentando Gigantes, que conta a história de um treinador e de seu time de futebol americano, que havia muito tempo não conseguiam experimentar o sabor de uma vitória. Tanto o treinador como o time estavam moralmente arrasados. A derrota estava na mente e no coração dos atletas. O contexto todo da história é muito complicado, pois não era só no campo de futebol que as coisas estavam ruins, o casamento do treinador também estava passando por uma fase muito difícil. O casal não tinha filhos e desejava muito que isto se tornasse realidade. O filme dá uma viravolta e tudo toma um novo rumo quando o treinador, na iminência de ser despedido do time, decide mudar a estratégia e parte para um processo de motivação para com os atletas. Existe a ação de Deus entre eles e o resultado final é surpreendente. Você acha que vou contar o filme todo? Eu o incentivo a assisti-lo.

    Falei sobre isso porque fiquei tocado com uma das cenas quando o treinador pede para um dos jogadores caminhar de quatro pés pelo campo, com outro jogador em suas costas. Este jogador estabeleceu um limite. O treinador então colocou uma venda em seus olhos e com isso ele caminhou de quatro pés pelo campo todo, superando o limite estabelecido por ele mesmo. Esta é uma cena muito forte onde a motivação do treinador o leva a superar os seus próprios limites físicos.

    Fiquei pensando na importância da motivação para as nossas vidas. Busquei na literatura alguns conceitos sobre motivação, e destaco aqui uma destas definições: “Motivação é um processo mental positivo que estimula a iniciativa e determina o nível de entusiasmo e esforço que a pessoa aplica no desenvolvimento de suas atividades. Ela é responsável pela intensidade, direção e persistência desses esforços. É uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo”.

    Alguns teóricos falam sobre este processo motivacional:

    a) Abraham Maslow diz que “o homem se motiva quando suas necessidades são todas supridas de forma hierárquica, tais como: A auto-realização, a auto-estima e os fatores de ordem sociais, fisiológicos e os de segurança”.

    b) Bergamini diz que a “motivação é definida como uma inclinação para a ação que tem origem em um motivo. Ela é resultante de pulsões internas, de desejos, de necessidades individuais que cada pessoa, como ser único, busca concretizar”.

    Examinando estes conceitos e o contexto bíblico, vejo que a maior motivação de nossas vidas precisa ser a Pessoa do Eterno e a mensagem do Evangelho. O apóstolo Paulo viveu intensamente a vida com Cristo. Sua motivação para fazer o que fez, e viver como viveu, foi ter um dia em sua vida se encontrado com Jesus, ter aceito o chamado para ser um apóstolo entre os gentios, e ter tido a vida transformada por Ele. Paulo mesmo fala dessa força e da motivação para pregar o Evangelho, e a própria pessoa de Jesus em sua vida. Entre tantos outros relatos, encontramos esta verdade descrita por Paulo em Gálatas 2:19 e 20: “Já estou crucificado com Cristo, e já não sou eu quem vive, mas Cristo que vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no filho de Deus que me amou e se entregou por mim”.

    Pensando em Deus como nossa motivação, pude perceber claramente a razão que levou, por exemplo, Daniel a orar três vezes por dia em seu quarto, num contexto, em que era proibido por decreto do rei, fazer alguma petição a alguém que não fosse dirigida ao próprio rei. A conseqüência seria a pena de morte. A história mostra que Daniel então foi acusado de quebrar as regras e foi lançado na cova dos leões. Deus honrou sua fé e nada de mal lhe aconteceu. Este episódio está registrado no livro de Daniel, cap. 6.

    Também fiquei pensando como Deus foi a motivação do profeta Elias quando lançou o desafio ao rei Acabe e aos 450 profetas de Baal (1 Reis 18:21 e 22). Diante dos relatos e dos textos selecionados acima, podemos dizer que, em todos eles, há um elemento comum entre eles, ou seja, motivados pelo próprio Deus para enfrentar as dificuldades, independentemente das dificuldades e dos grandes desafios.

    Examinemos cada um dos textos acima mencionados.

    1.     Mesmo diante de toda dificuldade que estava enfrentando, Ana se motivou no Senhor e orou ao Pai pedindo um filho. O Senhor ouviu sua oração e lhe respondeu concedendo o filho, Samuel. Era casada com Elcana, que muito a amava; por ser estéril, era humilhada por Penina, a outra mulher de Elcana. Era atribulada de alma por causa desta situação. Os fatores desmotivadores eram a sua condição de esterilidade, os insultos de sua rival, Penina; a insensibilidade do sacerdote Eli, que a teve por embriagada; o seu marido Elcana que se considerou perante Ana valer mais que dez filhos, ou seja, que seu amor por ela supria a falta de filhos.

    2.   Diante de toda afronta de Golias ao exército de Israel e a Deus, Davi foi motivado pelo Senhor e se propôs a enfrentar o gigante guerreiro em nome do Senhor dos Exércitos. Derrotou-o apenas com uma funda e uma pedra. Davi se sentiu afrontado com os insultos humilhantes de Golias para com o exército de Israel e para com Deus. Mesmo sabendo do grande desafio se sentiu motivado a ir ao combate. Pela fé, Davi sabia que Deus o livraria das mãos do gigante como fizera em outras ocasiões de perigo no pastoreio de suas ovelhas. Os fatores desmotivadores foram os próprios irmãos de Davi, a sua inexperiência para a guerra, a falta de preparo para usar armas e o próprio Golias, o gigante e experiente guerreiro fortemente armado.

    3.   Isaías diante da visão de Deus, de si mesmo e da situação do povo de Israel, reconheceu sua pequenez e sua situação, achando que morreria, mas sentiu-se motivado pelo Senhor e se dispôs nas mãos de Deus a ser um instrumento de bênção. Os fatores desmotivadores foram sua condição espiritual e a pecaminosidade do povo.

    4.   Paulo se sentiu motivado no Senhor ao receber o chamado para ser apóstolo entre os gentios. Os fatores desmotivadores eram a complexidade e o tamanho da obra a ser realizada.

    Diante disso podemos concluir que os problemas, as lutas, as adversidades estão presentes em nossas vidas, mas é no Senhor que nos motivamos para sermos usados por Ele, para sermos um instrumento nas mãos dEle, para vencermos os gigantes, como Davi venceu Golias. Motivados pelo Senhor para vencermos a infertilidade espiritual, como no caso de Ana que não podia ter filhos. Motivados pelo Senhor para vencermos os desafios e dizer a Deus como disse Isaías: “…Eis-me aqui, envia-me!” (Isaías 6:8). E, finalmente, termos a motivação e a disposição de nos colocarmos de joelhos diante do Pai pelas causas impossíveis a nós.

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim




    Escrito por Marcelino Amorim às 18h31
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    O Amor

     

    A Chave para Herdar a Vida Eterna

     

    Que farei para herdar a vida eterna? "foi a pergunta  que um intérprete  da Lei fez a Jesus, em Lucas 10:25. Jesus replicou com suas próprias  perguntas: "Que está escrito na Lei? Como interpretas? "Sua resposta foi previsível, uma vez que Jesus consistentemente mandava os homens de volta às Escrituras para responder todas as perguntas espirituais. Em sua resposta, o professor da Lei citou os mandamentos para amar a Deus com todo nosso coração e amar nosso próximo com a nós mesmos. Jesus concordou. Então, ele acrescentou: "faze isto e viverás" (Lucas 10:28). Jesus recusava permitir que a discussão de sua palavra ficasse na teoria. Ele exigia que os homens praticassem o que sabiam. Amar a Deus e ao próximo podem ser tópicos interessantes para conversa, mas a intenção é que sejam mandamentos para serem obedecidos, e não filosofias a debater. O intérprete da Lei preferiu falar sobre como receber a vida eterna; Jesus lhe ordenou que fizesse o que era necessário para obtê-la.

    Considere estes dois mandamentos cuidadosamente: Amar a Deus e ao teu próximo. Os dois próximos parágrafos em Lucas ilustram o que cada mandamento significa. Para explicar o que significa amar o próximo, Jesus contou a parábola do bom samaritano. Para exemplificar a idéia de amar a Deus, Lucas contou a história da visita de Jesus à casa de Marta e Maria.

    Amar o teu próximo

    A parábola do bom samaritano (Lucas 10:30-37) é um dos mais conhecidos ensinamentos de Jesus. A história apresenta quatro conjuntos de  personagens: O homem que foi roubado, espancado e deixado como morto. Quase nada sabemos sobre este homem, exceto que estava viajando de Jerusalém para Jericó. Não sabemos sua classe social, seu caráter, nem mesmo sua raça. Não sabemos se ele tinha feito alguma coisa para merecer estes ferimentos. Não faz diferença: O amor ao próximo responde à necessidade, não à identidade da pessoa.  Os assaltantes. Eles se aproveitaram de sua vítima, tomaram o que puderam, e se desfizeram dela. Muitos hoje em dia olham para os outros do mesmo modo que os ladrões. Procuram ganhar o que podem de alguém e depois não se preocupam mais com ele. Um sacerdote e um levita que estavam viajando pela estrada. Eles viram o homem ferido e se desviaram, passando pelo outro lado. A despeito da posição religiosa deles, evidentemente encontraram alguma desculpa para não ajudar. O samaritano. Um judeu poderia ter esperado que o samaritano tivesse sido o vilão da história. Mas Jesus mostrou que alguns dos desprezados samaritanos eram mais justos até mesmo que sacerdotes e levitas.

    O que tornou o samaritano diferente? Ele teve compaixão pelo homem ferido. Os outros estavam tão absorvidos consigo mesmos que realmente não se interessaram por ele, mas quando o samaritano viu a vítima, ele teve compaixão dela. Ele se arriscou. O assalto mostrava vividamente que a estrada era perigosa. Mas ele parou, cuidou dos ferimentos do homem e levou-o a uma hospedaria para receber tratamento. Ele fez o que pôde. O samaritano não era um centro médico totalmente equipado. Ele não era médico. Ele não construiu nenhum hospital. Sem dúvida, havia outros que poderiam estar bem mais qualificados para ajudar se estivessem na cena. Mas este samaritano fez o que pôde com o que tinha. Ele tomou de seu próprio óleo e vinho e tratou os ferimentos. Ele usou seu próprio animal para transportar o homem. Ele pagou a estadia do homem na hospedaria e prometeu pagar quaisquer despesas restantes quando voltasse.

    Jesus perguntou ao intérprete da Lei qual deles tinha-se mostrado ser o próximo do homem ferido. Ele respondeu corretamente que foi aquele que o tinha socorrido. O homem tinha aprendido que a identidade de nosso próximo não depende de lugar ou raça, mas que todo aquele que necessita de nossa ajuda é nosso próximo. De novo, Jesus ordenou ao homem: "Vai e procede tu de igual modo" (Lucas 10:37). O amor precisa ser praticado, não admirado.

    Amar a Deus

    A visita de Jesus à casa de Marta e Maria ilustra o verdadeiro significado de amar a Deus: "Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada os pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se  aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada" (Lucas 10:38-42).

    Marta era uma boa senhora. Ela recebeu bem Jesus em sua casa. Ela poderia ter-se incomodado com o serviço extra e a perturbação que sua visita traria e ter pedido a Ele que se fosse, mas não o fez. Ela estava ansiosa por sentar-se e ouvir o Senhor, como sua irmã Maria estava fazendo, mas as exigências de suas preparações deixaram-na sem tempo para fazer isso. Talvez ela estivesse preparando uma refeição, limpando a casa ou atendendo às outras tarefas domésticas da família. Seus elevados padrões nessa área e sua compulsão para ter as coisas bem em ordem para a visita de Jesus frustraram-na grandemente. Ela ficou irada porque sua irmã não a estava ajudando. Jesus apontou o problema dela: estava aflita e aturdida por muitas coisas. Não eram coisas más, porém não era "aquela coisa" de importância suprema. Ela estava aplicando esforço de primeira qualidade a atividades de segunda qualidade.

    Maria, em contraste, sentou-se aos pés de Jesus, ouvindo-o. Havia uma refeição para ser preparada, talvez uma casa para ser limpa, mas Maria escolheu passar o seu tempo com seu Senhor. Tanto Maria como Marta tinham algum amor por Jesus. Mas Maria era aquela que amava a Jesus com "todo" o seu coração, com "toda" a sua alma, com "toda" a sua força, e com "todo" o seu entendimento. Amar assim a Cristo significa escolher buscar as prioridades espirituais, mesmo se isso significar fazer outras coisas não tão bem, ou mesmo não fazê-las.

    Aplicações


    Jesus concordou que amar a Deus e amar ao próximo são as coisas que temos que fazer para ir para o céu. Em outra ocasião ele disse que estes são os dois maiores mandamentos (Mateus 22:37-39). É impossível ressaltar demais estes dois princípios. Contudo, o amor é pouco entendido e ainda menos praticado. Muitos vêem o amor como uma sensação, um sentimento ou emoção. Uma vez que têm uma bondosa disposição para com Deus e um espírito pacífico para com os outros, eles crêem que já cumpriram todas as responsabilidades do amor. Precisamos prestar cuidadosa atenção a estas ilustrações do amor porque elas nos ajudam a entender o que o amor realmente significa na prática.

    O bom samaritano socorreu o homem necessitado. O amor é ativo. O amor vê aqueles que têm problemas --físicos ou espirituais-- e sente compaixão por eles. Muitas pessoas estão muito absorvidas consigo mesmas para se preocuparem com os outros e suas dificuldades. Para amar como o samaritano amou, precisamos esquecer de nós mesmos e nos comovermos com o sofrimento dos outros. Isso nunca é mais verdadeiro do que quando vemos pessoas que precisam de auxílio espiritual. Jesus viu as multidões como ovelhas sem pastor e sentiu compaixão por elas, ainda que ele mesmo estivesse exausto (Marcos 6:34). Ele partilhou ansioso a água viva com uma mulher imoral, a despeito de sua própria fome, sede e fadiga (João 4). O amor aceita riscos para ajudar os outros. Algumas vezes o maior risco que tememos é a rejeição. Se outras pessoas desprezarem nossas tentativas para ajudá-las, sentiríamos feridos. Assim, buscando isolar-nos do risco de ter nosso ego arranhado, evitamos aproximarmo-nos delas. É arriscado convidar um vizinho a ler a Bíblia conosco, chegar a um irmão e reprová-lo, ou desafiar um amigo com respeito à vida dele. O amor arrisca rejeição para ajudar os outros. O amor faz o que pode. Não podemos fazer tudo o que alguém possa precisar, mas podemos fazer alguma coisa. Não temos todas as respostas, mas temos algumas. O amor serve.

    Maria escolheu a boa parte e essa escolha demonstrou seu amor por Jesus. Nossas escolhas sempre demonstram o que amamos. E uma coisa é certa: escolhas serão feitas porque ninguém pode fazer tudo. Algumas coisas que, por si mesmas, são boas e apropriadas, terão que ser omitidas. O que escolheremos? Algumas pessoas escolhem o urgente em vez do importante, fazendo as coisas que precisam ser feitas imediatamente em vez das coisas que são muito mais valiosas a longo prazo.Uma vez que muitas tarefas espirituais (coisas como orar e estudar) podem ser feitas a qualquer tempo, elas tendem a ser postas de lado enquanto nos concentramos em atividades com limite de tempo. Alguns escolhem as coisas que são visíveis em vez das coisas que as pessoas não podem ver. Uma vez que as atividades espirituais não são percebidas pelos outros, elas podem ser facilmente negligenciadas. Marta recebeu bem a Cristo, porém não escolheu a boa parte. Tinha tantas outras coisas que a sobrecarregavam e preocupavam que não teve tempo para sentar-se e ouvir Jesus. O tempo que gastamos com Jesus é um sinal de quanto o amamos.

    O amor é a chave para herdar a vida eterna. Amamos a Deus? Amamos nosso próximo?

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim




    Escrito por Marcelino Amorim às 21h00
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    O Poder de Jesus

     

    O Poder de Jesus


    "Com o seu braço agiu valorosamente; Dissipou os soberbos no pensamento de seus corações. Depôs dos tronos os poderosos, e elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, e despediu vazio os ricos. (Lc. 1: 51-53)

    Introdução

    Geralmente quando lemos a sagrada escritura, costumamos grifar alguns textos que nos chamam atenção por sua belíssima mensagem, que de imediato causa-nos impacto quando fazemos comparações do poder de Deus narrado no texto sagrado com o poder dos homens, o exemplo disso é o belíssimo cântico de Maria que Lucas narra com verdadeira maestria ao ponto de descrever a simplicidade e humildade de uma serva do Senhor, que compreendeu e obedeceu ao chamado de Deus. O que mais me chama atenção neste relato de Lucas é que ele da ênfase de forma irrefutável ao poder de Jesus, e isso é visto de maneira bem clara especialmente nos versículos acima citados, que eu os considero as estrofes de ouro do cântico de Maria, porque é exatamente aqui que Lucas mostra-nos que Jesus tem todo o poder. Vejamos assim o poder de Jesus:

    Para transformar corações - "Dissipou os soberbos no pensamento de seus corações". Jesus contrariou o mundo com seus ensinamentos e com as suas ações, ele era embaraçosamente claro e direto, com ele não havia meio termo nem superficialidade, porque ele sonda os corações e vai direto ao âmago da questão, conforme João escreveu; "E, não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem" (Jo 2: 25). De fato só Jesus tem o poder de transformar corações.

    Para transformar a sociedade - "Depôs dos tronos os poderosos, e elevou os humildes". Ele é poderoso para abater os exaltados que em seus corações são soberbos, quando estes cedem lugar em seus corações para que Cristo reine, e dizem: venha o teu reino, aí sim serão elevados nos conceitos dos homens e perante Deus; "Porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha, será exaltado" (Lc. 18: 14). De fato ele é poderoso para destronar os que se acham poderosos, ao mesmo tempo em que têm poder para levantar o necessitado, pondo-o em lugares altos;"Levanta o pobre do pó, e do monturo o necessitado, para o fazer assentar com os príncipes"(Sl. 113: 7-8).

    Para satisfazer aos ansiosos de salvação - "Encheu de bens os famintos". Muitos aguardavam o Messias prometido de Deus com a esperança que ele saciaria a fome e sede de justiça, e para estes ele disse: "Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque eles serão fartos" (Mat. 5: 6). Os orgulhosos, cheios de sabedoria e justiça própria serão despedidos vazios! "E despediu vazio os ricos". Quando bens e riquezas nesta terra alcançares, não ponha neles o teu coração, porque nem isso ou qualquer outra coisa semelhante poderá satisfazer os anceios de salvação. Só Jesus Cristo pode saciar a fome e a sede que existe no homem, por isso mesmo ele nos advertiu dizendo: "Sem mim nada podeis fazer" (Jo. 15: 5).

    Conclusão

    Amado leitor, Jesus é insubstituível, não se iluda com a "felicidade" vinda das coisas desta vida, pois seriamos as mais miseráveis das criaturas se esperássemos só nesta vida. Jesus é o nome que está sobre todos os nomes e por isso mesmo todo joelho se dobrará e toda língua confessará que ele é o Senhor, e um dia reconhecerá que de fato só Ele têm todo o poder. Portanto, para sempre segui-o. AMÉM!

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim

     

     



    Escrito por Marcelino Amorim às 20h46
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    Não Pela Força...

     Não Pela Força,

    Nem pela Violência

     

    O profeta Zacarias garantiu vitória a Zorobabel. Mas deixou claro de onde haveria de vir o livramento: “Não por força nem por violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos “(Zacarias 4:6).

    Nosso mundo é violento. É injusto. E as questões são resolvidas pela força e pela violência. Nós, como peregrinos neste mundo, somos vítimas também da violência e da força. Aliás, de tal maneira somos vítimas que acabamos usando também as maneiras e as armas do mundo, usando força e violência contra aqueles com quem convivemos.

    Nem sempre nossa violência é física. Muitas vezes, usamos de violência mental, ou moral. E, o que é pior, abusamos tanto da nossa força, que contra o outro usamos de violência espiritual. Depreciamos. Humilhamos. Desencorajamos. Julgamos. Condenamos. Excluímos.

    O profeta nos relembra que a vitória verdadeira somente pode vir pelo Espírito do Senhor. A vitória Dele nunca nos humilha: nos exalta. No meio da força e da violência, lembraremos que é “Pelo Meu Espírito, diz o Senhor...”.

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim

     



    Escrito por Marcelino Amorim às 01h03
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    Como Matar a Fé

     

    Como Matar a Fé  

     

    A carta escrita por Tiago é repleta de considerações práticas. Assim, ao falar sobre a importância da fé, seu teste é simples: a fé é testada por seus resultados. “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma” (Tiago 2:17).

    Tiago nunca superestimou as obras religiosas em detrimento da fé em Cristo. Quando examinamos o contexto geral dos escritos, Tiago não entra em choque com Paulo. E os dois concordam com os ensinos de Jesus. Ninguém se salva pelo cumprimento das leis religiosas: isto é, “pelas obras”. “Para que ninguém se glorie” – afirmou Paulo. Ao declarar esta doutrina, porém, ninguém se coloca contra “os frutos do Espírito”.

    Jesus, mais de uma vez, foi enfático: “a árvore se conhece pelos seus frutos”. Mais ainda: árvores espirituais, como os cristãos devem ser, têm que dar fruto em todas as estações do ano. Foi esta a lição da figueira sem fruto, que foi amaldiçoada pelo Mestre. Cristão que não produz obras espirituais na vida diária, está no nível da figueira infrutífera, amaldiçoada. Porque sem frutos, foi morta. O melhor caminho para matar a fé é não fazê-la produzir obras. “Pelos seus frutos, sereis conhecidos”, disse Jesus. Conhecidos e vitalizados, por causa da sua fé frutífera.

    Pense nisso. Sucesso!

    Marcelino Amorim




    Escrito por Marcelino Amorim às 20h39
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